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Natália Bonavides: “Recebemos o estado quebrado. Não atrasamos salários”

Natália Bonavides destaca o papel de Cadu Xavier no equilíbrio fiscal do RN e defende continuidade do projeto do PT em 2026.

Natália justificou a escolha de Cadu Xavier como pré-candidato do PT ao governo do RN. Para ela, o servidor público e auditor fiscal foi fundamental para reequilibrar as finanças estaduais. “O Estado tinha folhas em aberto quando o governo Fátima começou. E, com todo o trabalho feito, a folha dos servidores não atrasou. Cadu foi peça essencial para isso”.

Ela criticou a condução do governo Bolsonaro em relação ao RN. “No governo anterior, nem empréstimo o RN conseguia pedir, porque não era incluído no programa de equilíbrio fiscal. Só com Lula no governo federal isso começou a mudar”.

E citou resultados como a retomada de obras paradas, entre elas a Barragem de Oiticica, entregue após décadas de espera, além da pavimentação de 800 km de estradas e a previsão de mais 700 km em breve.

“A gente vê uma reindustrialização acima da média nacional e uma geração de empregos que também supera os índices do país. O início do governo Lula foi de reestruturação, mas agora as entregas começaram a acelerar. A parceria com o governo federal finalmente existe”.

Segundo ela, o governo do RN passou os dois primeiros anos “ajeitando a casa”, por conta da desestrutura herdada e da perseguição do governo Bolsonaro. “Hoje vemos os efeitos disso: IERNs formando estudantes, reestruturação da saúde com redução de filas no Walfredo Gurgel, melhores índices de segurança pública da história do RN”.

Para a deputada, é esse conjunto de entregas que deve servir de “oxigênio eleitoral” para o projeto de continuidade em 2026.

Rállyson Nunes

Jornalista com a DRT 2233/RN, apresentador e repórter de rádio com atuação no Grupo TCM de Comunicação, comentarista político, repórter de TV, Diretor de Empresa Jornalística com a DRT 0001/RN, Tec. em Hospedagem de Sites, Sistemas e Rotas de DNS, Empresário responsável pelas empresas Crianet e Gazeta do RN.

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